O serviço de Atendimento a Clientes na advocacia de massa pelos autores

O serviço de Atendimento a Clientes na advocacia de massa pelos autores

Tradicionalmente, os advogados têm dificuldades de manter os clientes informados do andamento dos processos. Essa dificuldade é agravada nos escritórios que se dedicam a fazer uma advocacia de autores, em casos repetitivos de massa. Enquanto cresce o interesse dos clientes pelo andamento dos processos e não apenas no resultado final deles, os escritórios ainda não encontraram uma forma satisfatória do ponto de vista prático e econômico de atender a esse crescente interesse. A tecnologia de plataforma SeuProcesso pode ser uma boa aliado na função de manter os clientes informados, transformando uma atividade maçante e cara para os advogados, num aliado do marketing de inteligência dos negócios dos escritórios. Continuar lendo

Inteligência artificial e o robô advogado

Inteligência artificial e o robô advogado

5º FÓRUM DE TIC NA JUSTIÇA

CAMPO GRANDE 4 DE AGOSTO DE 2017

A Tikal Tech seja talvez uma outsider nesse Fórum, porque não somos provedores de serviços para os Tribunais nem para o Ministério Público. Por isso mesmo, acho que o honroso convite à nossa empresa para falar do ELI, o nosso robô advogado, foi para trazer a visão de mais um ator desse enredo encantador que é a prestação de serviços jurídicos que envolve os Tribunais, o Ministério Público, os Advogados e sobretudo o público consumidor desses serviços em sentido o mais amplo, que são no fundo a razão de existir de todos os fornecedores entrelaçados nessa corrente. Continuar lendo

Inovação e Inclusão digital: Fintechs e Legaltechs

Antônio Carlos do Amaral Maia
CRO – TikalTech

Nesse artigo, será discutida a questão da inclusão digital na prestação de serviços jurídicos, comparando o possível e provável impacto sócio-econômico- cultural-comportamental das Legaltechs, isto é, das startups que desenvolvem tecnologia e inovação para a área jurídica, a partir da trajetória das Fintechs, que por serem mais estabelecidas e mais antigas podem fornecer um cenário provável para o futuro das LTs. Os mercados jurídico e financeiro têm semelhança estrutural, pois são setores altamente regulados, formados por players que praticam um modelo de negócios tradicional, usando a tecnologia como forma de evitar newcomers, e que conseguem manter-se a salvo da competição por barreiras econômicas e jurídico-regulatórias. Essas barreiras acabam por gerar ineficiências, que se refletem no preço do serviço e acabam por deixar de fora parte significativa da população. Continuar lendo

Empreendedorismo jurídico na era digital

O empreendedorismo jurídico

A definição de empreendedorismo que se encontra nos dicionários é suficiente para elaborarmos um pouco sobre o tema de hoje, em especial suas implicações com a vida dos jovens advogados.

  1. disposição ou capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços, negócios.”
  2. iniciativa de implementar novos negócios ou mudanças em empresas já existentes, geralmente com alterações que envolvem inovação e riscos.”

Para mim, empreendedor é alguém que vê oportunidade onde os outros veem um problema, que vendem lenços enquanto outros choram.

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A história do Diligeiro (desde o começo)

Hoje, nasceu o Diligeiro na loja de aplicativos do Google (Android). É um motivo de muita felicidade a todos nós da Tikal Inteligência Artificial. E hoje mesmo, duas pessoas que não se conheciam, por intermédio do nosso aplicativo, engajaram-se livremente num contrato empresarial, vantajoso para ambos.

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O Desafio do Mais por Menos e a Logística Jurídica

Costuma-se chamar de Logística Jurídica, a atividade profissional de gerenciar carteiras massificadas de serviços jurídicos contenciosos ou negociais, obtendo ajuda de advogados e prestadores de serviços em variados locais em que é necessária a intervenção pessoal. Os serviços prestados por essas empresas especializadas podem ser contratados diretamente pelos clientes finais ou por escritórios de advocacia que desempenham um escopo amplo, e que por razões econômicas, decidem repassar parte do trabalho a estruturas mais especializadas e com estrutura de custos muito enxuta. Normalmente são casos de pequeno valor individual – uma mala que extraviou, um computador que não funcionou, um devedor que precisa ser notificado etc. Lidar com muitos processos de valor baixo em muitos locais diferentes e distantes entre si é um problema logístico, talvez até mais do que jurídico. Esse post vai tratar do contexto econômico em que surgiram essas empresas, que representam uma boa oportunidade profissional ao advogado do futuro. Continuar lendo